domingo, 26 de fevereiro de 2012 |
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O que é o amor? Talvez, a mim não caiba tal pergunta.
Mas, por assim dizer consigo enxergar o mesmo nas minhas manhãs empoleiradas e no meu sentir ótico, na minhas olhadelas ao acaso, ou nos meus passos pela natureza tão bela, tão plena ou quem sabe nas risadas das minhas próprias manias, na pureza no olhar de uma criança que se esgueira de seus próprios medos e até mesmo na felicidade fetal de uma mãe que embala o filho por conta de um choro repentino que a desperta durante suas noites. Tenho curiosa admiração por aqueles que conseguem senti-lo seja em qualquer situação rotineira. A imposição grandiosa de tal sentimento, que nem mesmo podemos enxergar, tamanhos sabores e dissabores que mero sentir consegue proporcionar.A quem sente o invasor invisível de suas células, o suntuoso transmissor de emoções repentinas.


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