quinta-feira, 24 de janeiro de 2013 |
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Tivera sorte de lembrar-me do que restara naqueles últimos minutos.
A imagem cintilante de pessoas brincando de roda, a meia luz tocando aqueles rostos. A luz que se encubou dentro de meu onírico, e me tomou pelos olhos.
Até hoje me embala a canção que incendiou suas bocas.
Digo incendiar, pois era como ser tomada pelo mais puro estado de paz.
Me lembro que os viam gesticular com as mãos, os pensamentos incessantes que dançavam em sua mente.
Aquilo tudo me deixava dormente.
Dormente de paz.
Corpo, mente, alma fundia-se com o universo.

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